segunda-feira, 29 de agosto de 2016
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DE DEUS 55000 - VOTE LIMPO: Após trapaça em documentação, denúncia segue ao MP...: Caros amigos, Após verificar um documento não autorizado que foi anexado ao meu pedido de registro de candidatura, resolvi formular um...
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
DE DEUS 55000 - VOTE LIMPO: Será que as pessoas realmente acreditam que os pla...
DE DEUS 55000 - VOTE LIMPO: Será que as pessoas realmente acreditam que os pla...: Esta semana tem início à propaganda eleitoral na única emissora de rádio de Portel, a Arucará FM, dando um passo enorme na forma de divulg...
DE DEUS 55000 - VOTE LIMPO: Portel: Grupos políticos leiloam secretarias de ma...
DE DEUS 55000 - VOTE LIMPO: Portel: Grupos políticos leiloam secretarias de ma...: Caros amigos, A labuta do pobre é sempre sofrida, e também o é a do candidato que não dispõe de recursos financeiros. Agora o meu prob...
domingo, 7 de julho de 2013
Madeireiros continuam a mandar no sindicato rural de Portel
Sindicato Rural de Portel
continua nas mãos dos madeireiros. A eleição aconteceu na última quinta-feira,
4, quando a presidente Gracionice Costa foi reconduzida ao cargo para mais
quatro anos de mandato.
Gracionice é do ramo madeireiro e
descende de família de madeireiros, fato que é notório um comando da entidade
de trabalhadores rurais pelas mãos de gente que é genuinamente madeireiro.
Se for mesmo pra falar a verdade,
o próprio ex-vice Cametá, cujo nome verdadeiro é Francisco Rodrigues de Melo,
também é do ramo madeireiro e há muito abandonou a prática da agricultura.
Não é estranho falar que pelos
corredores e salas do sindicato transitam madeireiros como o vereador Manoel
Maranhense, que se tornou um constante visitante da entidade quando o assunto é
madeira. Nos últimos anos, Manoel Maranhense tem tomado a frente das campanhas
para os atuais enfileirados da governança municipal.
No passado, o ex-presidente do
STTR, Teofro Lacerda também andava de mãos dadas com o governo de Pedro
Barbosa, do qual foi assessor especial. A ex-diretora de finanças Maria Miranda
também estava na lista de Pedro Barbosa, conforme documento recebido pelo blog
Educadores de Portel e amplamente divulgado.
Ao lado de Gracionice, que é a
atual presidente reeleita, está o filho de um agricultor ligado ao PT, jovem
conhecido como Oséias que além de ocupar o cargo de vice na presente gestão
também vai acumular o cargo de diretor da juventude. Substituiu o filho da Vanica,
Odivan Corrêa.
Vanica deixou a entidade porque
os órgãos superiores determinaram que a entidade deveria votar uma emenda no
estatuto do sindicato para prevenir parentes da presidente. Assim, como Vanica
se tornou sogra de Gracionice (casada com Odivan), ela estaria impossibilitada
de assumir quaisquer cargos dentro da instituição, com base na lei do
nepotismo. Apesar dessa pressão, o dispositivo está longe de ser cumprido e
válido para todos. Isso vamos ver ao longo dos próximos anos.
No entendimento de intelectuais
próximos a Vanica, a proibição foi usada como um subterfúgio para afastar a
atuante defensora da agricultura e, por trás de toda essa trama, estaria
madeireiros que operam na ilegalidade e querem usar o sindicato como uma arma
para esconder a podridão do desmatamento que afeta diariamente as florestas do
município de Portel.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Emater qualifica atendimento às mulheres que vivem no campo
A Empresa de Assistência Técnica
e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) vem apresentando mudança
considerável no formato de atendimento de agricultoras, a partir de chamadas
públicas do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) específicas para o gênero
e da intermediação da linha "Mulher" do crédito rural do Programa
Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), entre outras
ações.
Também estão recebendo apoio
direcionado as quilombolas do nordeste do Pará, as quebradeiras de coco de São
João do Araguaia e Conceição do Araguaia, as pescadoras artesanais de Ipixuna e
Soure e as mulheres indígenas de Jacareacanga. “Os modelos produtivos que
funcionam não visam apenas ao lucro e ao abastecimento do mercado, mas também à
inclusão da mulher rural nas oportunidades", afirma a presidente da
Emater, Cleide Amorim, que está à frente da Emater desde 2011 e comanda um
corpo funcional que inclui 369 mulheres atuando nos 144 municípios do Pará.
Este ano, por exemplo, parcerias
entre a Emater e o MDA direcionam a assistência para a organização social e
produtiva de 400 agricultoras de quatro municípios do Arquipélago do Marajó
(Cachoeira do Arari, Curralinho, Portel e São Sebastião da Boa Vista), que
devem ser incentivadas a constituir associações e cooperativas referentes a
plantios, criações animais, artesanato e beneficiamentos diversos.
“Muitas agricultoras familiares
do Pará infelizmente ainda enfrentam um modelo patriarcal, sem independência de
mão-de-obra e renda e sem acesso a capacitações. Cada projeto de promoção do
empoderamento feminino é uma conquista da sociedade paraense como um todo”, diz
a articuladora estadual da rede de assistência técnica para mulheres rurais, a
economista da Emater Adda Lima.
Fonte: Agência Pará de Notícias
domingo, 11 de novembro de 2012
Estado cede 500 mil hectares para manejo em Portel
As comunidades agroextrativistas de
Portel, na região do arquipélago do Marajó, que há mais de 30 anos travam
batalha contra grileiros de terras e madeiras ilegais que derrubam a floresta
para obter lucro fácil, acabam de ser beneficiadas por um decreto de afetação -
que significa conferir destinação pública a um determinado bem,
caracterizando-o como bem de uso comum do povo ou bem de uso especial, por meio
de lei ou ato administrativo – das glebas Joana Peres II, Jacaré Puru,
Acangatá, Alto Camarapi e Acutipereira, totalizando mais de 500 mil hectares
para fins de ordenamento fundiário e ambiental. Mais de 4 mil famílias que
vivem na região serão beneficiadas pelo decreto, assinado pelo governador Simão
Jatene e publicado no Diário Oficial do Estado do último dia 31.
As terras, segundo o decreto, terão
uso restrito ao manejo florestal comunitário e familiar, caça e pesca de
subsistência, além da agricultura de subsistência em áreas alteradas, com
transição para sistemas agroflorestais e agroecológicos. O Instituto de Terras
do Pará (Iterpa) teve de fazer a arrecadação das áreas devolutas para que o
Estado promovesse a destinação em favor das famílias de agricultores e
pescadores. A próxima etapa do ordenamento fundiário será a elaboração dos
planos de uso dos territórios e cadastramento das famílias pelo Iterpa.
Durante o processo de discussão com
as comunidades de Portel sobre os problemas da região, o diretor geral do
Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará (Ideflor), José Alberto Colares,
reconheceu o débito social e econômico do Estado para com o município. As
lideranças dos moradores sempre enfatizaram que a exploração florestal deveria
ficar nas mãos dos povos tradicionais através da criação de reservas ou outro
mecanismo de regularização fundiária.
O advogado Ismael Moraes, que
defende as comunidades da região, disse que o atual governo, especialmente nas
pessoas de Colares e dos diretores Tiago e Daniel Francez, da equipe do
Ideflor, quita uma “dívida secular do Estado com aquelas comunidades”. Ele
também destaca o trabalho e a persistência do líder comunitário e sindicalista
Francisco Rodrigues de Melo, o “Cametá”. De acordo com Moraes, o governo também
pode a partir daí preparar uma estratégia para debelar pelo menos uma parte dos
efeitos socioambientais da construção de hidrelétrica de Belo Monte.
Ilegal
Entre 2002 e 2007, a extração
ilegal de madeira e palmito no Marajó sacrificou mais de 100 mil árvores por
ano. Os ribeirinhos eram obrigados a vender cada tora de árvore por R$ 8,
colocada na beira do rio. Intermediários entravam rapidamente em ação,
retirando a madeira em balsas e, depois de esquentar a carga em serrarias da
região, negociavam o produto em Belém. Pressionado pela fome e pela miséria, o
ribeirinho submete-se a um esquema perverso de enriquecimento de grupos
empresariais que agem à margem da legalidade, inclusive sonegando impostos.
O novo decreto garante direitos das
populações ribeirinhas, mas ainda precisa de ajustes para que seus efeitos se
façam sentir em Portel. É preciso, por exemplo, exercer fiscalização rigorosa,
com operações periódicas, em áreas onde a derrubada de árvores é feita a
qualquer hora do dia. Trabalho para o Batalhão de Polícia Ambiental, Ibama,
Polícia Militar e Civil, além da Capitania dos Portos. A agricultura familiar
também terá de ser feita em áreas onde já ocorreram extração de madeira, para
que as florestas ainda de pé sejam poupadas.
Fonte: Diário do Pará
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